28 fevereiro, 2010

O dia em que resolvi ser... Budista!

Uma festa de sorrisos
Para o dia em que resolvi ser
O dia em que resolvi ser feliz
O dia em que resolvi mudar, ser e essência
O dia em que resolvi fazer acontecer
O dia em recebi amigos em meu lar
O dia em que vi sorrisos sinceros, que não fossem de crianças
O dia em que recebi a paz
O dia em que resolvi Ser Budista!

Obrigada Diedra, por me fazer interessar pelo Budismo, da maneiro que mais amo, lendo. Que seu sucesso, felicidade, paz, amor e saúde, seja para eterno. Que seu espírito seja sempre iluminado!


Obrigada Alessandra, por me ajudar à encntrar pessoas tão maravilhosas!
Obrigada Luzia e Fernanda, por me "apresentarem" o Budismo, por estarem smpre perto, sanando dúvidas e insentivando-me sempre à continuar!
Obrigada (agora à parte) Fernanda, por me ajudar, tirar mnhas dúvidas, por me apoiar, por estar do meu lado em um dos momentos em que precisei, você soube ver que as coisas não estavam tão bem assim, apesar da máscara sempre tão bem armada usada por mim, que com os outros funciona, mas não com você...srsrs... Obrigada meu bem, por estar do meu lado, por me insentivar cada vez mais, por me apresentar o Taiga, enfim, obrigada por tudo!

Obrigada, Carol (visinha), Érika, Carol (coreógrafa), Susi, Takashi, Eduardo, Michel, Alice, Stela, Dri, Makiko, Mada, Koite, Carol (Shakubuku), Aucélia, Ana Paula, as meninas todas do Taiga e váááárias outras pessoas Iluminadas que me cercam, obrigada à todos por essa acolhida maravihosas!

E viva 2010, um ano de vitórias!!

22 fevereiro, 2010

Minha história (Sonho)

Vou te contar a minha história... A história de quem precisou chegar ao fundo, tentar se matar, para reaprender a viver.
Me “casei” com 15 anos, sim 15 anos, e não precisam fazer essas caras de assustado, a história está só começando. Enfim, eu o amava, acho que desde quando nos conhecemos, com 3 anos, sempre fomos unidos, aos 15 anos eu trabalhava, ele também, eu numa loja de conveniências, ele, vendendo drogas. Nunca me importei com a maneira que ele ganhava dinheiro, cheguei a pedir algumas vezes que ele parasse com aquilo, mas ele dizia que dava dinheiro, que era seguro, e realmente dava dinheiro, aos 15 anos, ele 16, vivíamos muito bem, melhor do que muitos casais mais velhos por aí.

Num dia de sol, em que eu estava saindo para trabalhar, bateu um jovem na porta de casa, Rodrigo não me deixou sair para atendê-lo. Sabe quando você sente que algo ruim está para acontecer, eu sentia isso naquele momento, olhando para aquele jovem. Da janela da sala podia ver Rodrigo discutindo com o rapaz, aparentemente drogado, ele gritava, tentava bater, meu marido tentava contê-lo, até que o inevitável acontece, vi quando o rapaz tirou uma arma da cintura, apontou para Rodrigo e atirou, para mim, tudo se passou em câmera lenta, corri para fora, e vi a cena que me tornou quem fui por longos 5 anos, Rodrigo, estirado no chão, morto com um tiro no meio da testa e apena 19 anos nas costas. Depois disso, bom, depois disso minha vida virou um inferno, ou fui eu quem à tornei um inferno? Não importa, só sei que não agüentava mais.

Como morava numa cidade relativamente pequena, todos logo souberam do ocorrido.

Fui morar com meus pais, minha mãe, grávida, teve a filha prematura, devido a todo o stress causado por mim; só um detalhe que terminou de me matar, como um golpe final, no dia em que deveriam voltar para casa, ela não veio e recebi a notícia de que havia morrido, por complicações no parto, por minha culpa.

Nos outros 2 anos eu praticamente não vivia, fiquei vamos dizer que, catatônica, um zumbi. Foi quando conheci Manuelli que mais uma vez tive a prova deque só causava desgraça, eu era o problema, ou pelo menos assim me sentia. Eu agora com 20 anos, bonita como muitos diziam, só saia na rua durante o dia, sentava-me na calçada de casa, acendia o cigarro, fumava alguns enquanto olhava para o nada, foi então que ela chegou.

Manuelli: _Me arruma um cigarro?

Some daqui... Sim, era assim que tratava todos que chegavam perto de mim, simplesmente não queria ninguém perto de mim, mas ela mudaria aquilo.

Manuelli: _ tá bom, se você não me dá, eu pego...

Sentou-se ao meu lado, pegou um cigarro do maço, acendeu, sentou-se do meu lado e lá ficou por longos minutos, até que eu me levantasse e entrasse para casa, sem nem ao menos olhá-la. É engraçado como as pessoas entram na nossa vida, como nos surpreendem, sem nem nos conhecer.

A partir daquele dia, Manuelli era uma companhia constante nas minhas tragadas, sempre quieta, mas sempre ali, do meu lado, até que um dia á olhei, ela não devia passar dos 16 anos, parecia um anjo, talvez o fosse.

_Você não é muito nova para fumar não, o branquela?

Manuelli: _ Desde que eu pague meus vícios, não!

E então, ganhei uma amiga, um anjo que me trouxe de volta a vida dos vivos. Por Manu, conheci Rebeka, Rafaela e infelizmente Gustavo. Gustavo era um ex da Manu, drogado e que por algum tempo tentou agredi-la, ela deu com a boca na delegacia e então, ele parou de se aproximar dela, mas estava sempre por perto, eu tinha raiva dele, simplesmente por ser drogado, como o desgraçado que matou Rodrigo e mais raiva ainda, se é que é possível, tive quando Manu me contou a história toda, ela não merecia aquilo, era uma anjo, literalmente, tirando os cabelos pretos e muito lisos, tinha a face de um anjo, o jeito, a voz, só lhe faltavam as asas.

Durante o ano que passou, meus laços com Manu, Bek e Rafa só aumentou, elas não perguntavam sobre Ele, não me olhavam com pena, apenas me escutavam quando eu começava a desabafar, Manu e eu éramos inseparáveis.

Minha irmã, agora com 2 anos, tentava se aproximar de mim, e eu sempre muito fria, colocava-a para correr.

1 anos mais tarde, Rafaela e eu fomos há um snooker que tinha perto de casa, bebemos, jogamos, fumamos, e demos muita risada, foi então que o maldito Gustavo apareceu, queria saber da Manu, não me aguentei e fui falar algumas poucas palavras para ele, talvez se eu não tivesse feito aquilo, a Rafaela ainda estaria aqui, ele não se agüentou e da mesma maneira que fizeram com Gustavo ele fez comigo, me mostrou a arma e quando atirou, senti um corpo cair sobre mim, Rafaela não deixou que ele me machucasse ou até mesmo matasse, entrou na frente e caiu quase morta em meus braços, mais uma vez, uma pessoa que amava morria por minha culpa, ela quase indo-se ainda falou baixinho, num último momento “A Manu te ama” e foi assim, num ultimo segredo que ela se foi, mais uma vez eu morria.

Nas primeiras semanas de luto, em que eu me encontrava apenas na cama, não tinha o mínimo animo para sair, Manu foi me visitar, ou pelo menos tentou, nunca a deixava entrar no quarto, sempre a expulsava da minha casa, aos berros dizendo para que não voltasse, um dia disse que a odiava por tudo, por ter me pego aquele maldito cigarro, por ter me feito companhia, por me colocar na vida dela, por me trazer de volta a vida para depois matar-me novamente e então depois disso, ela nunca mais voltou, eu consegui o que queria, ela longe de mim, não consegui?! Então, por que aquela sensação de pesar, de culpa, de ódio, de tristeza, de solidão e tantas outras coisas ruins me acompanhavam a todo o momento.

Com o passar dos meses, voltei a conversar com a Rebeka, ou pelo menos ela tentava me fazer falar, me tirava uma ou outra palavra de má vontade, me arrastava para os lugares, e mesmo que eu fosse sempre fria, ela estava do meu lado, era como uma linha invisível entre eu e o resto do mundo. Fiquei sabendo que Manuelli foi embora da cidade uma semana após aquele dia em que disse que a odiava, me sentia culpada por ter dito tudo aquilo, mas foi preciso, eu a amava de mais para deixá-la se destruir ao meu lado.

Mais alguns meses e eu até que tinha uma convivência melhor, Rebeka sempre me arrastava com ela, eu não sabia sobre meu pai ou minha irmã, ainda que morasse debaixo do mesmo teto, Gustavo fugiu da cadeia e vivia no fim da rua, num terreno abandonado, todos sabiam o que fazia lá, se encontrava com os amigos para se drogar, e ninguém ousava entrar naquele lugar quando eles estivessem por lá.

No dia 15 de Outubro, meu aniversário de 23 anos, quase 2 anos após o fato “Rafaela”, Manuelli resolveu aparecer, tentou se aproximar de mim e tudo que conseguiu foi um “Fica longe de mim” da minha parte, senti vontade de abraçá-la, de dizer que morri de saudade dela, que parte do meu luto era pela falta que ela fazia, mas nada disso foi dito, seria a minha redenção e o legado de morte dela.

Naquele dia o mau humor me consumiu, as meninas ficaram em cima de um morro que havia por ali, eu, sentada, não escutava nada do que diziam, apenas pensava nela, em como fazia falta, em como eu precisava dela.

Rebeka: _ Vai falar com ela, sei que você senti falta dela, e ela não vive mais sem você!

Me levantei, fui até o fim da minha rua, onde ela estava sentada em cima de um murinho.

_Hey, branquela...

E foi assim que ganhei o sorriso mais lindo, os olhos azuis brilhando, minha redenção. Fomos até o terreno baldio, quando vi que Gustavo e seus amigos estavam chegando, corri com Manu até um murinho que nos manteria escondidas, agora era ter sorte para não nos verem. Até que um barulho ali, chamou a atenção deles, Gustavo estava vindo em nossa direção e eu tinha medo por Manu, não deixaria que nada acontecesse à ela. Gustavo veio até nós e aparentemente, já sabia que estávamos ali.

Gustavo: _ sumam daqui ou acabo com as duas. Seria bom ter uma vadia a menos e uma maldita garota que leva todos a sua volta à morte.

Quando vi que Manu diria alguma coisa, peguei em sua mão e sussurrei “Vamos” para que ela não arrumasse confusão, não deixaria algo de ruim acontecer com ela.

Cheguei em casa levando Manu pelas mãos, Rebeka estava no portão de casa, Manu ficou lá, com ela, eu entrei para beber alguma coisa, foi quando a pirralhinha veio falar comigo mais uma vez, eu nem sabia seu nome...

Pequena: _ Irmã, quer brincar comigo?

Aquilo era de mais para mim, por que ela simplesmente não me ignorava, seria mais fácil para nós. Peguei naqueles bracinhos finos e disse de maneira convincente, até assustador para uma criança:

_Você não é aminha irmã, nunca mais tente me chamar por isso, você não é nada pra mim, apenas levou a única coisa em comum entre nós à morte.

Meu pai veio correndo, tirá-la de perto de mim, Dr. Osvaldo estava definitivamente farto de mim.

Dr. Osvaldo: Você deveria ter morrido junto daquele desgraçado, teria evitado tanta desgraça.

_Você realmente pensa isso?

Foi só que disse, ele deu as costas e levou a pirralha para longe de mim.

Passei como um raio pelo portão, a garrafa de vidro em cima da mesa e foi útil, enquanto andava em direção ao fim da rua quebrei-a numa parede, e foi ali que decretei o meu fim, que deveria ter vindo bem antes, tive certeza disso depois das palavras daquele que deveria ser meu pai.

Eu: _É isso que vocês sempre quiseram ver não é, a minha morte....

Sentia toda a culpa pelas outras mortes, por jogar a minha culpa nas costas da Manu e depois nas costas da minha irmã, sentia o ódio me dando forças pra continuar, sentia a solidão me impulsionado a prosseguir, sentia um gosto amargo da minha maldição.

Eu:... pois então, não precisam mais se preocupar (subi no murinho onde outrora encontrei minha redenção), eu mesma farei o serviços para vocês.

De lá, pude ver Manu, no mesmo estado em que um dia eu fiquei, mas eu sabia que ela seria mais forte que eu, vi quando ela disse algo aparentemente muito baixo “Não deixa ela fazer isso”, vi lágrimas daquele mar, rolar naquela face angelical e mais uma vez a culpa me atormentando, vi Rebeka correr em minha direção, resolvi terminar o que fora fazer, antes que ela me alcançasse, vi as caras de espanto por toda a rua, os olhares de piedade, a cara assustada e drogada do Gustavo e bem ao longe, pude ver quase que escondidos, uns olhinhos ingênuos que me olhavam quase que suplicantes pela minha vida e eu não merecia aquilo.

Senti o vidro me rasgar a pele, o sangue quente correr pelo pescoço, alcançar o colo, foi tudo tão rápido e tão lento, não vi quando Rebeka me puxou, sequer senti que o havia feito. Mas ouvi, uma voz conhecida que sempre me trouxe paz e nos últimos anos me trazia péssimas lembranças, naquele momento ouvi Rodrigo me sussurrando “Você precisa viver, precisa ser feliz de novo, ela será sua guia”, depois disso, tudo era apenas um nada.

Quando abri os olhos, tudo era um clarão, alguma coisa apitava na minha cabeça e eu não sabia o que era, sabia que não estava morta feliz ou infelizmente, eu não o estava. Vi quando uns lhos azuis, já tão conhecidos entraram naquele lugar, olhos azuis sem vida que quando me viram olhando-os verteram em lágrimas. Ela se aproximou, como quem não acredita no que vê, passou a mão pelo meu rosto, fechei os olhos para sentir aquele toque com a alma, ouvi os soluços dela, como aquilo me doía, vê-la daquele jeito e saber que era por mim, que eu causava toda aquela dor nela, se abaixou e com a cabeça baixa em cima da cama, ao meu lado, ela chorou, chorou como uma criança desesperada, com o pouco de força que eu tinha, passei lentamente meus dedos sobre sua cabeça e disse mais para mim, que para ela “Você é a minha ressurreição e é por você que vou viver e ser feliz”, mas ela ouviu

Manuelli: _ Não quero que faça por mim, mas sim por você..

Aquele olhos vermelhos, aquele oceano me olhando, aquele anjo na minha frente me dava forças “Você me ajuda?”

Manuelli: _ Vou estar sempre do teu lado, sempre!

E foi assim, a partir daí, algumas coisas mudaram. Por Rebeka que mais tarde vim á saber, era namorada de Rafaela, pela minha irmã, pelo Rodrigo, pela Rafaela, por minha mãe e por Manuelli, eu reaprendi a viver!



Aqui acaba meu desabafo, mas a minha vida, tá só começando!

11 fevereiro, 2010

Arlequina desumana

Arlequina desumana
Levastes contigo meu cantar
Cantar dedicado a ti
Mas não de seu poder
Se não posso a ti me dedicar
Devolva-me o que me pertence
E deixe meu cantar livre
Solto para inundar os corações
Que como o meu, sofrem por ti
Oh, Arlequina desumanda
Leva sempre uma estilha
De quem por ti se apaixona

By: Súh!

Amor cego

O amor cego que criei
Criou asas e voa ao léu.
Bate de porta em porta,
Procura uma guia,
Um anjo.
Oh, bendito amor cego
Volta logo e me traz teu anjo

By: Súh!

Em mim

Quero ela,
Dentro de mim,
Minha alma,
Meu corpo,
Sua alma,
Seu corpo,
Nós, uma só.

By: Súh!

Refaz-se

Ela andava nua
Na rua,
Na praia,
Na praça,
No parque.
Ela andava de roupa, nua
De coração,
De alma.
Nos olhos uma nudez displicente
O sorriso singelo,
De uma leveza efêmera.
Encontrava seu eu,
Encontrava ela,
Se encontrava nela,
Sua alma,
Sou veste,
Seu par,
Sua mulher.
Ela, mulher nua, desprotegida,
Anula um passado,
Deixa com ele seus sinais,
Leva só seu corpo,
Alma limpa,
Coração renovado,
Uma mente pertinentemente vazia,
Encontra ela,
Reescreve uma história,
Refaz seu mundo,
Seu eu,
Tampa a nudez causada pelo tempo.
Ela, mulher delicada,
Revê seus gestos,
Age impulsiva e pensadamente.
Ela, mulher,
Se despe, para outra mulher.
Nua, se veste
De amor,
De paixão,
De carinho,
De força,
De garra.
Se veste da alma de sua mulher,
Ela, Vênus, se enche do mais sublime amor,
Por Vênus.


By: Súh!

07 fevereiro, 2010

Amar


Vamos viver os momentos que nos cabem
Amarmo-nos sob o luar
Deixar que ele seja cumplice do nosso divino amor
Vamos correr na areia da praia direto pro mar
Banhar nossos corpos e nossa alma
Vamos transbordar amor
Por que ele nos foi dado com uma condição
A de ser-mos felizes e nos fazer felizes!
Vou gritar ao mundo e sussurrar ao teu ouvido:
Te amo!

By: Súh

06 fevereiro, 2010

Me perder em você

Assim como nas curvas da mulher divina me perco
Quero perder-me nesse mar de sentimentos
Nos olhos verdes que me dão paz
Quero megulhar em tua alma e descobrir o mais íntimo segredo
Quero das feridas cuidar, extíguir a dor
Amar detalhes tão seus
Sentir saudade das manias
Descobrir o amor à cada amanhecer, cada sorriso
Fazer supresas em dias comuns, só pra ver o brilho nos olhos teus
Quero amanhecer e adormecer ao teu lado
Me perdendo em tuas curvas, teus sorrisos, teus olhares, teus toques
Me perdendo no sentimento que me fez ser eternamente tua

By: Súh!

Amor de mulher

O corpo de mulher junto ao meu
Me fazendo mais amada a cada toque
Os olhos cor de mel e me a desnudarem a alma
E invadir o coração
Sua boca á tomar a minha
Me trazendo à vida
Nossos corações, no mesmo compasso
Numa prova silenciosa do nosso amor.

By: Súh!

Liberdade para amar

Quero poder os teus lábios saborear,
Em teu abraço me entregar,
Tua mão segurar,
Quero mulher, te amar!
Sem olhares ofensivos,
Sem o peso do preconceito.
Quero, oh minha tão bela amada,
O sabor da liberdade bailando em nosso olhar.

By: Súh!

Divino sabor de amor

Minha flor veio, me trouxe amor, me fez mulher junto à ela
Foi-se, deixou em mim um pedaço de saudade
Mas guardo em mim o divino sabor do amor que me nos foi  legado

By: Súh!

MULHER


Mil palavras nos descrevem
Um sentimento nos une
Ligadas por um elo invisível aos olhos dos desatentos
Hoje, amanhã e sempre, nosso amor nos unirá
Entre os desafios que nos foi deixado
Reinará o meu amor por ti, minha bela amada!

By: Súh!

01 fevereiro, 2010

O mal da Saldade

Recados
Segredos
Juras eternas
Retratos em preto e branco
Músicas antigas
Teu sorriso
Teus abraços
Só saudade
O tempo que passou
E levou você

By: Súh

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Lembranças

No ônibus, cheio de pessoas estranhas, cada qual com seus pensamentos e eu com um sentimento de vazio.
Em meio ao caminho, bares, shopping, pessoas que andam rapidamente, em meio ao caminho a vida passando. Passa ante meus olhos, meu passado saudoso, aquele bar, aquelas pessoas a minha saudade, a minha inexistência.
Ela continua igual, um pouco maior, mas o jeito de andar é o mesmo e aposto que o sorriso e o jeito de ser também.
Sentada, na mesa do bar, levanta, aposto que vai pegar outra cerveja ou cigarros, eu olho de longe, uma lágrima corre, com ela corre por meu ser a saudade.
Será que ainda lembram de mim?
Será que sente minha falta?
O que me importa? Se entre tanta gente acabamos nos perdendo!

Mas eu sinto a tua falta!