27 março, 2009

Mudras - Postura com as mãos

Abhaya Mudra

Gesto do Destemor. Também chamado de O Gesto da Renúncia. O gesto da proteção; os dedos da mão direita ficam levantados. Associado à benevolência do Buddha Shakyamuni e ao Dhyani-Buddha Amoghasiddhi.







Bhumisparsa Mudra

Um chamado à Terra para testemunhar O Gesto da IluminaçãoA mão direita com a ponta dos dedos pressionando a terra. A posição da mão esquerda simboliza meditação. Juntas, elas representam a superação de Buda os obstaculos enquanto meditava no vazio. Associado à firmeza inabalável do Buddha Shakyamuni e ao Dhyani-Buddha Akshobhya.




Bhutadamara Mudra

Gesto de impedir o Mal
O gesto da proteção.







Buddhashramana Mudra

Gesto de Além da Miséria. Também chamado o Gesto da Renúncia
O gesto da renúncia, da eliminação do apego.





Dharmacakra Mudra

Gesto do Ensinamento







Dhyana Mudra

Gesto da Meditação
O canal nervoso associado com a mente da Iluminação (Bodhichitta) passa pelos polegares. Assim, juntando os dois polegares nesta postura, com a mão direita sobre a esquerda, é de um significado auspicioso para o futuro desenvolvimento da mente de iluminação. Associado à meditação do Buda Shakyamuni e do Dhyani-Buddha Amitabha.




Namaskara Mudra

Gesto da Prece
O Mudra da oração e da saudação. A simples união de suas mãos no centro do peito simboliza a luz do coração que se irradia para a pessoa que está à sua frente e também para o ser divino que você é. Cumprimenta-se a pessoa com esse gesto dizendo a palavra NAMASTÊ, que quer dizer: "O deus que habita em mim saúda o deus que existe em você."



Tarjani Mudra

Gesto de impedir o Mal
O gesto da eliminação de negatividades






Varada Mudra

Gesto da Compaixão
O gesto da realização dos desejos; os dedos da mão direita ficam abaixados. Associado à generosidade e à compaixão do Buddha Shakyamuni e ao Dhyani-Buddha Ratnasambhava.




Vitarka Mudra

Gesto do Debate
O gesto da explicação; as pontas dos dedos polegar e indicador da mão direita ficam se tocando. (Em uma variante, a mão direita faz o Abhaya-mudra e a mão faz o Varada-mudra.) Associado às explicações do Buddha Shakyamuni e ao Dhyani-Buddha Vairochana.




Gesto de Girar a Roda do Dharma e Meditação

O gesto da mão direita representa girar a roda do dharma, enquanto que o da mão esquerda simboliza meditação. Os dois juntos simbolizam ensinar o Dharma enquanto se medita no vazio.





Gesto de Girar a Roda do Dharma

O polegar e o dedo indicador da mão direita representam sabedoria e método combinados. Os outros três dedos levantados simbolizam o ensinamento da Doutrina Budista, que leva os seres comuns aos caminhos dos seres das três habilidades. A posição da mão esquerda simboliza os seres das três habilidades, que seguem o caminho combinado do método e sabedoria. Associado ao ensinamento de Buddha Shakyamuni, ao Buddha Maitreya e, às vezes, é utilizado em representações dos Dhyani-Buddhas Vairochana e Amitabha.



Gesto da Suprema Realização e Meditação

O gesto da mão direita simboliza a concessão da suprema realização. O gesto da mão esquerda simboliza meditação. Juntos, eles representam o poder de Buda de conceder realizações supremas e gerais à seus discípulos, enquanto Ele medita no vazio.



Fonte: Reiki (http://reiki.conhecendo.com.br/mudras.htm)

Mudras

Os deuses orientais são representados quase sempre através de figuras em poses graciosas, descrevendo gestos com as mãos ou mesmo com todo o corpo. Tais gestos e posturas não são casuais e tem uma denominação especial - mudras.

A partir da iconografia recolhida sobre Gautama Buda, ficaram conhecidos seis (6) gestos típicos de mãos na representação do Deus.

• Segundo a lenda, o gesto da meditação (Dhyani-Mudrá) reproduz sua atitude quando, sentado, sob a árvore bodhi (figueira - também conhecida como "árvore da meditação"), mergulhou em profundo estado meditativo. As mãos repousam relaxadas, uma dentro da outra, enquanto a consciência do presente é suspensa. Através dessa mudra, Gautama Buda chegou ao nirvana, estado superior onde toda ansiedade desaparece. Os manuscritos relatam que ele conservou a postura por mais de quatro (4) semanas, com o corpo completamente imóvel.

• A segunda mudra é conhecida como gesto da iluminação ou gesto do apelo das testemunhas (Bhumisparsha-Mudrá). A mão direita toca o solo com as pontas dos dedos, enquanto as costas da esquerda repousam sobre os pés cruzados um sobre o outro. Depois de atingir o nirvana, Buda teria sido tentado por Mara, o Deus do Mal, que ofereceu suas belas filhas, o domínio sobre o mundo, e até mesmo sua própria vida, para que pudesse experimentar também o nirvana. Ante as negativas de Buda, tentou convencê-lo do quão difícil seria transmitir seus conhecimentos à humanidade cheia de ignorância, ódio e desconfiança. Este apelo encheu de dúvidas o coração de Buda, mas resistindo à tentação, ele se propôs a não matar a fome de apenas um, e sim de todos - doravante atuaria como um mestre, para que outros pudessem encontrar a salvação. Numa última tentativa, Mara propôs-lhe que, como senhor de um mundo imaterial, Buda não teria direito sequer ao pequeno pedaço de terra sobre o qual estivera sentado. Mas, por suas boas ações em vidas anteriores, o mestre havia conquistado algum direito sobre aquele terreno. Assim, tocando no solo com a mão direita ele convocou a terra por testemunha; uma divindade se ergueu confirmando que ele havia cumprido com seus deveres e tinha direito de permanecer na Terra para anunciar sua doutrina.

• A terceira mudra é conhecida como gesto de pregação ou gesto de girar a roda (Dharma-chakra-Mudrá). As duas mãos se encontram erguidas diante do peito, a esquerda acha-se voltada para o corpo, um pouco mais elevada que a direita, na direção oposta. Os polegares e indicadores se tocam formando um circulo. O gesto sugere que Buda, pela primeira vez, colocara em movimento a "roda da doutrina", proferindo seu famoso discurso de Benares, no bosque das gaselas, aos cinco díscipulos que o haviam abandonado.

Fonte: Reiki (http://reiki.conhecendo.com.br/mudras.htm)

25 março, 2009

Sonho? . Quem sabe!?

"E quando nossos olhos se encontrarem, saberei que és tu a pessoa pela qual sempre esperei e tu saberás de minha ânsia em tê-la e te entregará de corpo e alma, sem qualquer pudor, pois me espera há tanto tempo quanto eu a ti...

Então minhas mãos tocaram teu rosto e tu sentirás a paz que há muito almejava, fechará os olhos para sentir com a alma que não precisas mais procurar por quem te ama por que estou ao teu lado. Toco-te o rosto numa carícia suave, como se de alguma forma com qualquer gesto mais brusco pudesse machucá-la...

E então nosso corpo buscará por um contato maior e o abraço será inevitável, o corpo estremece e junto um arrepio percorre a espinha, um arrepio bom, sinal de que finalmente estamos juntas. O coração acelera e parece não caber no peito, querem fundir-se...

O corpo se separa para dar espaço a um contato mais intimista. Seus olhos mirando os meus, os lábios próximos, a respiração entrecortada, o beijo com sabor de fruta madura, cheio de juras silenciosas...

As palavras se fazem desnecessárias, os olhares e toques dizem tudo...

O momento é sublime, único, mágico e não pode ser quebrado por nada e nem ninguém...

Os corpos se procuram famintos, as almas unem-se eternamente...

De tudo que no mundo existi e de todas as certezas que pensei ter, a única que se faz presente, eterna, intocável, inabalável é a de que, não importa a distância estaremos sempre juntas, dia após dia, ano após ano, vida após vida sempre voltaremos a nos encontrar, ainda que os corpos mudem, as almas sempre se reconheceram, pois somos um único ser feitos em tamanho e proporção exata para nos completar onde quer que estejamos."


Suellen Oliveira