
Procurei seus olhos e encontrei seu sorriso.
Assim um eco me fez recordar a minha infância perdida.
Em vão busquei na memória pensamentos tranqüilos,
mas o som de uma lágrima reabriu uma velha ferida.
A gota que percorreu meu rosto parou em meus lábios
e seu gosto amargo me fez meus olhos fechar.
Vi que o tempo que passa sem dó ou piedade
pesa sobre minhas penas, impedindo-me de voar.
Assim o tic tac do relógio marcando o compasso
concretiza no tempo a distancia que está viva em mim.
Olho a lagrima que ecoa em minha alma no vazio
e sei, sem ela ao meu lado, minha vida pode ter fim.
Mas caminho mesmo assim rumo ao infinito azul,
e acho forças no amargor da águas que dos meus olhos cai.
Embora ela traga-as o sabor de meu coração ferido
é ela que me agiganta e minhas asas não retrai.
Alço meu vôo mesmo com a dor estampada em meu rosto
e no meu céu noturno deixo que meu coração dite o tom.
Meu canto reflete as mágoas das almas aflitas pela saudade
enquanto ouço através das minhas lágrimas o seu som.
Assim um eco me fez recordar a minha infância perdida.
Em vão busquei na memória pensamentos tranqüilos,
mas o som de uma lágrima reabriu uma velha ferida.
A gota que percorreu meu rosto parou em meus lábios
e seu gosto amargo me fez meus olhos fechar.
Vi que o tempo que passa sem dó ou piedade
pesa sobre minhas penas, impedindo-me de voar.
Assim o tic tac do relógio marcando o compasso
concretiza no tempo a distancia que está viva em mim.
Olho a lagrima que ecoa em minha alma no vazio
e sei, sem ela ao meu lado, minha vida pode ter fim.
Mas caminho mesmo assim rumo ao infinito azul,
e acho forças no amargor da águas que dos meus olhos cai.
Embora ela traga-as o sabor de meu coração ferido
é ela que me agiganta e minhas asas não retrai.
Alço meu vôo mesmo com a dor estampada em meu rosto
e no meu céu noturno deixo que meu coração dite o tom.
Meu canto reflete as mágoas das almas aflitas pela saudade
enquanto ouço através das minhas lágrimas o seu som.
By: Fênix
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